*Pensamento para o dia 18/06/2024*
Somente por meio da adoração ao Princípio Divino sem forma e sem atributos, representado pelo som cósmico primordial “OM”, poderemos nos libertar para sempre do ciclo de nascimentos e mortes. Só quando nos libertarmos desse ciclo é que poderemos nos livrar do “karma”, no sentido de ação ou atividade, e então superar a percepção ilusória de que o mundo é real. Libertos dessa percepção, estaremos igualmente livres da ilusão cósmica dualista ou “maya” e, consequentemente, livres do sofrimento. Tendo nos libertado do sofrimento, seremos finalmente capazes de alcançar o Princípio Transcendental ou Paratatva, também descrito como a Alma Suprema ou Paramatma, que é esse Princípio Transcendental em nosso interior. Enquanto o indivíduo tiver uma mente e suas tendências, só se poderá descrevê-lo como uma alma individual ou Jivatma. No entanto, o Jivatma e o Paramatma não são duas entidades distintas. O Jivatma tem como características o desperdício da vida inteira em objetos materiais e a associação da mente com este mundo fenomênico. É uma visão voltada para o exterior, cheia de ilusão e de percepções enganosas. Mas, se ele voltar a sua mente para o interior, ficará livre da ilusão. Quando a mente está associada à ilusão, tem-se o Princípio da Alma Individual ou Jiva Tatva. Quando está livre da ilusão e de percepções enganosas, ela é una com o Princípio da Alma Suprema ou Paramatma Tatva. _(Discurso Divino, 17 de fevereiro de 1985)_
Sri Sathya Sai Baba
http://www.sathyasai.org.br

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